quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DIA DA CRIANÇA



DIA DA CRIANÇA



O dia e a noite

Crianças grandes
Grandes crianças

Crianças felizes
Crianças tristes

Crianças que têm uma família que as amam
Crianças que sonham por uma adoção

Crianças que choram por um tênis
Criança que não tem um pé para por o tênis

Crianças que imploram pra brincar na rua
Crianças que a rua é o seu lar

Crianças que não sabem dizer aos pais: ”Eu te amo”
Crianças que declaram o seu amor a pais ausentes

Crianças que contam os dias para o dia do aniversário
Crianças que não sabem o dia em que nasceram

Crianças que escolhem o que querem comer
Crianças que não têm o que escolher

Crianças que têm tudo,mas não sabem o que querem
Crianças que sabem, mas nada têm

Crianças, que a escola faz parte da vida
Crianças que a vida, é a sua única escola

Crianças que pedem tudo aos pais
Crianças que pedem apenas um PAI.






















quinta-feira, 15 de setembro de 2011






ESCOLA ABERTA INCLUSIVA






Embora não seja a Escola o único lugar onde acontece a educação, na sociedade atual a educação Escolar crescentemente se faz indispensável para a cidadania autônoma e competente. Constitui-se a Escola em espaço especialmente organizado para que se dê a construção de valores, conhecimentos e habilidades necessárias ao pleno, consciente e responsável exercício da democracia, diante disso, o direito a igualdade surge como regra de equilíbrio dos direitos e das pessoas portadores de deficiência e somente entendendo-se esse principio é possível compreender-se o tema de proteção excepcional devida as mesmas. Ou seja, a inclusão social das pessoas portadoras de deficiência é pressuposto essencial para a garantia desse tipo de igualdade.

Após muita luta, empreendida pelos movimentos sociais ligados ao portador de deficiência, deve-se oferecer ferramentas as pessoas para que elas façam suas escolhas utilizando os seguintes questionamentos: o que devemos saber, o que devemos fazer e como devemos ser, para que todos os educadores estejam articulados numa proposta definindo o seu aluno avaliando as características intelectuais, física, culturais,sociais,linguísticas, "identificando" o deficiente e o não portador de deficiência, objetivando o seu compromisso na proposta de escola aberta inclusiva.


























PREVENÇÃO E COMBATE AS DROGAS NA ESCOLA

Palestra ministrada por: Dr. MARCOS






O envolvimento da escola também é muito importante, pois a escola é uma ponte muito utilizada pelos traficantes; logo, o combate às drogas ilícitas e também ao álcool e o cigarro (que são drogas consideradas lícitas) deve envolver toda a coletividade porque de outra forma, iremos perder esta guerra, com conseqüente prejuízo a todos.





Na antiguidade as drogas surgiram pela necessidade de seus efeitos medicinais. Entretanto, como o mal possui existência própria e se apresenta com várias facetas em diferentes períodos da nossa sociedade e evolui de acordo com o contexto social, político e econômico, iniciou-se o processo de desvios da função meramente medicinal de uso das drogas. Surgiu então a maior praga da sociedade, com incidência em todas as comunidades, no mundo inteiro, sendo que o impulso para o aumento e disseminação deste mal é o lucro fácil, já que não há outra atividade mais lucrativa que o tráfico indiscriminado de drogas ilícitas. Daí o estímulo à violência urbana, crise familiar e o fomento da criminalidade.





O combate às drogas é muito difícil, justamente pelo envolvimento de muito dinheiro, por isso há necessidade da ação de toda a população, bem como dos órgãos governamentais. As ações de combate não devem ser somente na parte repressiva que é a prisão dos traficantes e usuários; deve-se agir muito mais na área de educação e orientação aos usuários e pais, bem como no tratamento para recuperação; só assim poderemos diminuir a ação deste mal na sociedade.

TRECHO DA PALESTRA MINISTRADA EM NOSSA ESCOLA DIA 12 DE SETEMBRO DE 2011









sexta-feira, 9 de setembro de 2011


DESFILE CÍVICO 2011
ESCOLA ADALGISA GONÇALVES SOARES DA SILVA

Pátria Minha - um texto pelo 7 de setembro

A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.
Se me perguntarem o que é a minha pátria direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.
Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias pátria minha
Tão pobrinha!
Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!
Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.
Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu...
Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda... Não tardo!
Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.
Pátria minha...
A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.
Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamem
Que um dia traduzi num exame escrito: "Liberta que serás também"
E repito! Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.
Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha Brasil, talvez.
Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama... Vinicius de Moraes."


"Vinicius de Moraes - Poesia Completa e Prosa",








































































sexta-feira, 1 de julho de 2011

São João da Escola Adalgisa Soares

É frequente vermos, em junho, escolas e comunidades promovendo as famosas Festas Juninas que nasceram das devoções aos santos neste mês.Mas realmente as festas juninas aproximam as pessoas, veja um exemplo disso nas comemorações da nossa escola.